Como se defender do mosquito da dengue?
CONTRA O MOSQUITO
Ciclo de vida de Aedes aegypti: do ovo ao adulto – quanto tempo temos para agir?
Conheça as etapas da vida do mosquito transmissor da dengue e veja por que eliminar criadouros em casa é essencial para prevenir a disseminação de vírus
Aedes aegypti, conhecido por ser o principal transmissor de doenças como dengue, Zika e chikungunya, é um mosquito que se adaptou ao ambiente urbano e utiliza recipientes e estruturas das moradias humanas para se desenvolver. Sua capacidade de se reproduzir rapidamente e de depositar ovos que sobrevivem em ambientes secos faz dele um vetor altamente eficiente para a propagação dessas enfermidades.
Como funciona o ciclo de vida de Aedes aegypti
O ciclo de vida do mosquito pode ser dividido em quatro etapas: ovo, larva, pupa e adulto. Esse processo leva, em média, de 7 a 10 dias, dependendo das condições ambientais, como temperatura e disponibilidade de alguma matéria orgânica na água.
Ovo: os ovos de Aedes aegypti são extremamente resistentes e podem sobreviver por meses em ambientes secos, aguardando apenas a presença de água para se desenvolverem.
Larva: depois de alguns dias de desenvolvimento, quando o ovo entra em contato com a água, dele rapidamente eclode uma larva. Nessa fase, o mosquito ainda não representa perigo de transmissão de doenças.
Pupa: a pupa é a etapa final antes do surgimento do mosquito adulto. Assim como a larva, não pica nem transmite vírus.
Adulto: somente Aedes aegypti adulto tem a capacidade de picar e transmitir doenças. Apenas a fêmea se alimenta de sangue, pois necessita desse nutriente para produzir seus ovos. Em cada ciclo reprodutivo, uma fêmea pode depositar cerca de 100 ovos; isso pode ocorrer a cada quatro dias, o que contribui para a rápida proliferação do mosquito.
Por que eliminar criadouros é fundamental
10 minutos por semana
Que tal usar 10 minutos do seu dia, uma vez por semana, para inspecionar a casa em busca de possíveis criadouros? Vasos de plantas, garrafas, pneus, calhas e reservatórios de água são locais comuns onde o mosquito pode depositar seus ovos. Ao eliminar esses focos, você está contribuindo diretamente para reduzir a população de Aedes aegypti e, consequentemente, a transmissão de doenças.
Em uma semana, o ciclo completo do mosquito pode ser concluído, gerando dezenas de novos adultos prontos para transmitir doenças. Por isso, cada minuto conta. Ao agir rapidamente, você protege não apenas a sua família, mas também toda a comunidade.
Eliminar criadouros é uma tarefa simples e eficaz. Com pequenos cuidados diários, é possível evitar grandes surtos de doenças transmitidas por Aedes aegypti. Fique atento e faça a sua parte!
Saiba mais sobre o ciclo de vida do mosquito no material da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)
Edjalma Borges
Ministério da Saúde
Ano Bissexto: O Que É, Por Que Existe e Quando Acontece
O ano bissexto possui 366 dias, com o acréscimo do dia 29 de fevereiro. Ele ocorre a cada 4 anos, sendo o próximo em 2028 e o último em 2024.
Um ano terrestre não tem exatamente 365 dias, mas 365 dias, 5 horas e 48 minutos. Essas "horas extras" somam 1 dia completo a cada 4 anos (6h x 4 = 24h). O ano bissexto corrige essa diferença para alinhar o calendário com o ciclo solar, garantindo que as estações permaneçam sincronizadas. Sem ele, eventos como o Natal mudariam de estação ao longo dos séculos.
Como Saber Se um Ano É Bissexto?
Um ano é bissexto se:
- É divisível por 4;
- Não é divisível por 100, a menos que seja divisível por 400.
Exemplos:
- 2028: Bissexto (divisível por 4, mas não por 100).
- 2000: Bissexto (divisível por 4, 100 e 400).
- 2025: Não bissexto (não divisível por 4).
Origem do Ano Bissexto
Criado no calendário juliano, o ano bissexto corrigia o excesso de horas anuais adicionando um dia em fevereiro. No entanto, essa regra simples causava desajustes com as estações. Com o calendário gregoriano, foi introduzida a regra atual, incluindo a exceção para anos múltiplos de 400.
Próximos Anos Bissextos
2028, 2032, 2036, 2040 e assim por diante.
Embora o método atual não seja perfeito, já que há um pequeno erro acumulado a cada 8 mil anos, cientistas buscam alternativas para futuras correções.
Texto obtido: https://www.calendarr.com/ e modificado.
Honda cria fita adesiva anti roedor para carros
Honda cria fita elétrica apimentada para proteger fios de roedores
A Honda lançou a *Honda Rodent Tape*, uma fita tratada com capsaicina, o componente que dá o sabor apimentado às pimentas, para evitar que ratos e camundongos mastiguem os fios elétricos dos carros.
A capsaicina, descrita pela Honda como tão apimentada quanto "um chili de cinco alarmes", é aplicada no adesivo da fita. A ardência serve para afastar os roedores, que têm alta sensibilidade a sabores fortes, ajudando a evitar danos.
Os dentes de ratos e camundongos crescem constantemente, e mastigar fios ajuda a desgastá-los. Essa fita, vendida por cerca de 50 dólares, busca ser uma solução para proteger veículos de danos elétricos causados por esse comportamento natural.
Embora o YouTuber Zack Nelson tenha testado a fita e afirmado que a picância parece fraca para humanos, ela pode ser suficiente para dissuadir animais menores.
publicado no site https://jalopnik.com/
Veja onde mora o perigo!!
- Febre alta, acima de 38°C
- Dor de cabeça
- Dor no corpo e articulações
- Dor atrás dos olhos
- Mal-estar
- Falta de apetite
- Manchas vermelhas no corpo
Chikungunya já matou mais em 2024 do que em todo 2023, alerta Fiocruz
Até agosto de 2024, a chikungunya causou 159 mortes, superando as 122 registradas em todo 2023. Segundo a Fiocruz, até 14 de novembro deste ano, o total chegou a 201 óbitos. A doença, transmitida pelo mosquito *Aedes aegypti*, também responsável pela dengue e zika, provoca febre, dores articulares, náuseas e pode levar à morte.
O Ministério da Saúde confirma a influência das mudanças climáticas e investe em medidas como larvicidas, inseticidas e mosquitos geneticamente modificados para controlar o vetor. Um estudo na revista *PLOS Neglected Tropical Diseases* indica que fenômenos como o El Niño, que aumentam temperatura e chuvas, estão relacionados à expansão do *Aedes*.
Com 260 mil casos de chikungunya até novembro, Minas Gerais lidera os registros, com 164 mil. A dengue também teve sua pior epidemia em 2024, com mais de 6 milhões de casos prováveis e 5.086 mortes. O governo reforça que eliminar criadouros do mosquito, com apoio da população, é a medida mais eficaz.
PESTICIDAS E A SUA SAÚDE
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