Mostrando postagens com marcador moscas controle. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador moscas controle. Mostrar todas as postagens

Baratas alteram o ar que respiramos em casa, diz a ciência

 

As baratas não são apenas nojentas — elas também podem prejudicar o ar que você respira dentro de casa.

Fezes, saliva, pedaços de pele e até o corpo das baratas mortas liberam substâncias que ficam suspensas no ar. Essas substâncias causam alergias, crises de asma e outros problemas de saúde.



Pesquisas da Universidade Estadual da Carolina do Norte (NC State) mostram que quanto maior a infestação de baratas, pior fica a qualidade do ar da casa. E o mais preocupante: essas toxinas são inaladas diariamente pelas pessoas que moram no local.

O que o estudo descobriu

Durante seis meses, pesquisadores acompanharam apartamentos com e sem controle profissional de pragas.

  • Casas que receberam controle profissional tiveram uma grande redução de baratas e toxinas no ar.
  • Casas sem tratamento continuaram com níveis altos e perigosos de contaminação.

A conclusão é clara: apenas eliminar parcialmente as baratas não é suficiente. Para melhorar de verdade a qualidade do ar, é necessário controle profissional.

Por que as baratas são perigosas

As baratas vivem em locais sujos e úmidos, como esgotos e ralos, e carregam germes pelo corpo. Elas contaminam alimentos, superfícies e o ar da casa.

Elas podem:

  • Transmitir bactérias como Salmonella e E. coli
  • Piorar alergias e crises de asma, principalmente em crianças
  • Liberar toxinas no ar — as fêmeas produzem ainda mais dessas toxinas
  • Contaminar principalmente a cozinha, onde a família passa mais tempo

Por que soluções caseiras não resolvem

Inseticidas comuns e tentativas caseiras raramente eliminam a infestação por completo. Baratas se escondem bem e se reproduzem rápido. Em poucas semanas, um pequeno problema pode virar uma grande infestação.

Especialistas afirmam que somente o controle profissional consegue eliminar as baratas e reduzir os alérgenos do ar.

Como evitar baratas em casa

Algumas medidas ajudam na prevenção:

  • Fechar frestas e rachaduras
  • Guardar alimentos em recipientes bem fechados
  • Não deixar louça suja durante a noite
  • Evitar umidade e água parada
  • Manter a casa organizada e sem acúmulo de papelão
  • Tirar o lixo diariamente

Ao primeiro sinal de baratas, o ideal é procurar um profissional de controle de pragas.

Conclusão

As baratas afetam muito mais do que a limpeza da casa — elas colocam a saúde da família em risco. Estudos mostram que a qualidade do ar só melhora de verdade quando a infestação é completamente eliminada por profissionais.

fonte: https://research.ncsu.edu/cockroach-infestation-linked-to-home-allergen-endotoxin-levels/

 

Islândia perde o status de unico país sem mosquitos - nova espécie é identificada

 Culiseta annulata é uma espécie de mosquito que foi recentemente descoberta pela primeira vez na Islândia em 2025, um país antes livre de mosquitos. É uma espécie adaptada ao frio, encontrada na região paleártica, que pode picar humanos e está sendo monitorada para avaliar sua adaptação ao novo ambiente. 

                 



                                                          

Características e distribuição:

É uma espécie de mosquito encontrada em diversas partes da Europa e do norte da África.

  • Pode sobreviver no inverno em locais abrigados, como porões e celeiros.
  • É o maior mosquito do Reino Unido e é conhecido por picar humanos. 
Descoberta na Islândia
  • Três exemplares (duas fêmeas e um macho) foram encontrados em 2025, perto de Reykjavík.
  • A presença destes mosquitos levanta preocupações sobre o impacto das mudanças climáticas, pois indica que o aquecimento global pode abrir caminho para novas espécies em ambientes antes considerados imunes.
  • A forma como chegaram à Islândia ainda está sob investigação, mas a hipótese é que tenham sido transportados por navios ou contêineres. 
Potenciais impactos
  • Apesar de não ser um vetor de doenças como a dengue ou zika, sua chegada pode criar um precedente para a instalação de outras espécies de mosquitos mais perigosos no futuro.
  • Cientistas estão monitorando a área para avaliar a possível colonização e os impactos ecológicos e sanitários que a espécie pode causar.
  • A espécie pode portar diversos patógenos, incluindo um tipo de vírus associado à febre do Nilo Ocidental, embora esta associação específica não seja o foco principal da descoberta na Islândia. 
adaptado de https://www.popsci.com/environment/iceland-mosquitoes/

Mosca Doméstica (Musca domestica) – Um Inimigo Comum e Perigoso

A mosca doméstica (Musca domestica) é um dos insetos mais comuns e disseminados no mundo. Presente em praticamente todos os ambientes habitados por humanos, ela é uma grande preocupação sanitária devido ao seu potencial de transmissão de doenças.  

Características Principais 


 

A Musca domestica mede entre 5 e 8 mm de comprimento, com um corpo acinzentado e listras escuras no tórax. Seus olhos compostos são grandes e multifacetados, permitindo uma visão ampla. Suas asas são membranosas e lhe conferem grande agilidade no voo. Como possui aparelho bucal sugador-lambedor, ela se alimenta de líquidos ou de partículas dissolvidas de matéria orgânica, especialmente em decomposição.  

Reprodução e Ciclo de Vida  

A reprodução da mosca doméstica é extremamente rápida, favorecendo sua proliferação em ambientes urbanos. Uma única fêmea pode colocar até 500 ovos ao longo da vida, distribuídos em pequenas postas sobre matéria orgânica em decomposição, como lixo, fezes e restos de comida. O ciclo de vida completo – do ovo ao adulto – pode levar apenas de 7 a 10 dias em temperaturas ideais, permitindo um crescimento populacional explosivo.  


Riscos e Doenças Transmitidas  

A Musca domestica é um vetor mecânico de diversas doenças, pois carrega microrganismos patogênicos em seu corpo e patas ao pousar sobre alimentos, utensílios domésticos e superfícies de contato humano. Entre as principais doenças associadas às moscas estão:  

- Diarreia e disenteria bacteriana (Salmonella, Shigella, Escherichia coli);  

- Infecções intestinais e intoxicações alimentares;  

- Cólera e febre tifoide;  

- Conjuntivite e outras infecções oculares.  

Além disso, moscas podem causar miíases (bernes e bicheiras) ao depositar ovos em feridas abertas ou tecidos necrosados.  

Medidas de Controle e Prevenção 

Para evitar infestações de moscas domésticas, algumas medidas simples e eficazes podem ser adotadas:  

- Higiene e descarte adequado do lixo: Manter o lixo bem fechado e removê-lo regularmente reduz as fontes de alimento e reprodução.  

-Manter alimentos cobertos: Evita contaminações diretas.  

- Tela e barreiras físicas: Instalar telas em portas e janelas impede a entrada das moscas.  

- Controle químico e natural: Uso de armadilhas caseiras, iscas adesivas e inseticidas adequados pode ajudar a reduzir a população de moscas em áreas infestadas.  

- Limpeza de fezes e restos orgânicos: Ambientes sujos e úmidos favorecem a proliferação das moscas.  

Com essas medidas, é possível minimizar os riscos associados a esse inseto e garantir um ambiente mais seguro e saudável.

                                               



Moscas podem contaminar alimentos com bactérias que elas carregam? Veja a evidência.

Uma importante pesquisa feita no Japão na Escola de Medicina Veterinária analisou através de ensaios praticos se moscas domésticas podem contaminar alimentos. Teoricamente isso já é bastante conhecido, porém esse ensaio assegurou ainda mais a necessidade de evitar o contato, mesmo que breve, das moscas com os alimentos. Abaixo texto do resumo traduzido do trabalho publicado em 2019. Para os que queiram ler o trabalho inteiro a fonte está no final do resumo.




"As moscas desempenham um papel fundamental como vetores na transmissão de várias bactérias e representam risco de contaminação bacteriana para os alimentos. 

Para avaliar a contaminação bacteriana relacionada ao tempo e à concentração de alimentos por moscas domésticas com base em sua atração pelo alimento, determinamos o número de Escherichia coli resistentes a antimicrobianos alimentados transferidos de moscas domésticas para alimentos, mistura de açúcar e leite, maçã e bolo. As moscas domésticas contaminaram os alimentos com a E. coli  em 5 min, e as bactérias estavam presentes em grande número na maçã e no bolo (3,3 × 103 e 3,5 × 104 UFC/g de alimento, respectivamente). 



Além disso, o número de E. coli alimentadas com os alimentos aumentou com o tempo, subindo para 3,6 × 104-1,7 × 105 UFC / g. Mostramos que o nível de contaminação de alimentos causado por moscas domésticas depende da concentração de bactérias que as moscas domésticas carregam, do tempo de contato com o alimento e da atração das moscas pelo alimento. 


Ref.:Contaminação de alimentos com bactérias Akira Fukuda†, Masaru Usui, Chinami Masui e Yutaka Tamura Laboratório de Microbiologia e Segurança Alimentar de Alimentos, Escola de Medicina Veterinária, Universidade Rakuno Gakuen, 582 Midorimachi, Bunkyodai, Ebetsu, Hokkaido 069-8501, Japão 

PESTICIDAS E A SUA SAÚDE

  Pesticidas e sua saúde Os pesticidas podem existir na forma de sólido, líquido, pó ou spray . A forma influenciará a maneira como o pes...