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PESTICIDAS E A SUA SAÚDE

 

Pesticidas e sua saúde

Os pesticidas podem existir na forma de sólido, líquido, pó ou spray. A forma influenciará a maneira como o pesticida pode entrar no seu corpo e potencialmente afetar sua saúde.

Os pesticidas podem entrar no seu corpo se você:

  • ·         engolir um pesticida, comer, beber ou fumar após manusear pesticidas, ou consumir alimentos ou bebidas que foram expostos a um pesticida
  • ·         tiver contato do pesticida com a pele — diretamente, através de roupas encharcadas com pesticida ou ao tocar superfícies tratadas com pesticidas
  • ·         inalar vapores, sprays ou poeira de pesticidas
  • ·         esfregar os olhos após manusear pesticidas ou permitir que pesticidas entrem em contato direto com seus olhos.

Se você minimizar sua exposição e tiver cuidado ao entrar em contato com pesticidas, reduzirá a chance de prejudicar sua saúde.




Intoxicação por pesticidas

A intoxicação por exposição a pesticidas pode ocorrer logo após uma única exposição (intoxicação aguda) ou gradualmente após exposições repetidas ao longo do tempo (intoxicação crônica).

Intoxicação aguda por pesticidas

Os sintomas de intoxicação aguda por pesticidas podem começar logo após a exposição e podem incluir:

  • ·         dor de cabeça
  • ·         tontura
  • ·         náusea
  • ·         vômito
  • ·         cólicas estomacais
  • ·         diarreia
  • ·         visão embaçada
  • ·         lacrimejamento excessivo
  • ·         sudorese
  • ·         excesso de saliva

casos mais graves de intoxicação também podem causar:
  • ·         alterações na frequência cardíaca
  • ·         aperto no peito
  • ·         fraqueza muscular e espasmos
  • ·         dificuldade para respirar e caminhar
  • ·         pupilas contraídas    
  •        incontinência


Em casos muito graves de intoxicação, podem ocorrer convulsões e perda de consciência.

Intoxicação crônica por pesticidas

Os sintomas podem surgir gradualmente após exposições repetidas ao longo do tempo e podem incluir:

  • ·         fraqueza muscular
  • ·         fadiga
  • ·         dificuldade de concentração e de memória
  • ·         sensação geral de mal-estar

O tipo de sintomas, quanto tempo eles duram e a gravidade podem variar dependendo de fatores como:

  • ·         o tipo e a concentração do pesticida utilizado
  • ·         o grau de exposição
  • ·         a saúde e a idade da pessoa exposta

Muitos dos sintomas possíveis não são exclusivos da intoxicação por pesticidas — eles podem ser causados por outras condições, como doenças ou alergias. Você deve sempre consultar um médico para obter um diagnóstico preciso.

Fatores de risco para intoxicação por pesticidas

Embora qualquer pessoa possa ser afetada pela exposição a pesticidas, alguns grupos são particularmente mais suscetíveis, incluindo:

  • ·         bebês ainda não nascidos e crianças pequenas
  • ·         mulheres grávidas ou que estão amamentando
  • ·         pessoas idosas


Intoxicação por pesticidas – primeiros socorros

Se você, ou alguém da sua família, desenvolver sintomas logo após a exposição a pesticidas, você deve:

Em caso de emergência ir pra um Pronto Socorro de imediato. Não deixe para o dia seguinte.

Levar o produto suspeito de intoxicação com rótulo e forneça detalhes da exposição ao(s) produto(s). Se houver suspeita de intoxicação após uma desinsetização, levar o certificado de aplicação onde constam as substâncias usadas no serviço e sua concentração (obrigatório por lei para todas as empresas do setor em nível federal).

O Hospital poderá ligar para o Centro de Intoxicações mais próximo para mais informações.

Aranha Marrom (Loxosceles reclusa) onde fica nas estruturas?

A espécie citada pertence ao gênero Loxosceles, conhecida como aranha-marrom ou aranha-violino.

Os dados epidemiológicos mencionados são do Ministério da Saúde, e o soro é produzido pelo Instituto Butantan.

Os cinco esconderijos da aranha-marrom dentro de casa

A aranha-marrom prefere ambientes:

Escuros, Secos, Quentes e com pouca movimentação



Locais mais comuns:

1️⃣ Roupas guardadas

Principal ponto de acidente.

O risco ocorre ao vestir a peça e comprimir o animal contra a pele.


2️⃣ Sapatos e tênis

Especialmente os pouco usados ou guardados por dias.


3️⃣ Atrás de móveis e quadros

Ambientes pouco movimentados e encostados à parede.


4️⃣ Materiais de construção

Telhas, tijolos, madeiras e entulhos.


5️⃣ Armários, depósitos e caixas

Locais fechados, pouco ventilados e com acúmulo de objetos.


📊 Contexto epidemiológico

Segundo o Ministério da Saúde, foram registrados mais de 43 mil acidentes com aranhas em 2023, sendo a aranha-marrom uma das principais envolvidas, com maior concentração na região Sul.

No Brasil, apenas três gêneros de aranhas são considerados de importância médica:

Armadeira (Phoneutria), Viúva-negra (Latrodectus) , Aranha-marrom (Loxosceles)


🧪 Como reconhecer possível picada ?

A picada pode passar despercebida inicialmente.

Evolução típica:

Dor leve nas primeiras horas; Lesão pálida ou arroxeada com halo avermelhado; Em alguns casos, necroseEm quadros graves: urina escura, palidez, icterícia.

Sintomas sistêmicos exigem atendimento imediato.


🏥 Tratamento - Conduta recomendada:

Procurar atendimento médico imediatamente

Lavar o local com água e sabão (sem atrasar atendimento)

Compressas mornas para dor

Se possível, informar características do animal

O soro antiaracnídico é indicado nos casos graves.


🧠 Análise técnica (importante)

A aranha-marrom:

Não é agressiva.

Ataca quando comprimida.

Prefere ambientes desorganizados e com acúmulo.

Veja como isso dialoga com princípios clássicos de controle ambiental:


✔ Organização

✔ Vedação de frestas

✔ Redução de abrigo

✔ Manejo de resíduos

✔ Limpeza estrutural


A lógica é sempre a mesma:

Ambiente favorável → abrigo → permanência → risco.

        


Quer saber mais sobre a criptococose? Leia esse texto com Informações mais detalhadas

A criptococose é uma infecção provocada pelo fungo Cryptococcus neoformans ou Cryptococcus gattii.


Sintomas/Diagnóstico/Tratamento

As pessoas podem não ter sintomas ou podem ter dor de cabeça e confusão, tosse e peito dolorido, ou uma erupção cutânea, dependendo de onde se encontra a infecção.

O diagnóstico se baseia na cultura e no exame do tecido e de amostras de líquido.

Os medicamentos antifúngicos são administrados por via oral ou, se a infecção for grave, por via intravenosa.

O Cryptococcus neoformans ocorre principalmente no solo que está contaminado com fezes de pássaros, principalmente de pombos. Em geral, Cryptococcus gattii está presente em certas espécies de árvores. Esses fungos são encontrados em todo o mundo. Ao contrário do Cryptococcus neoformans, o Cryptococcus gattii não está associado a aves.


A infeção por Cryptococcus era relativamente rara até começar a epidemia da AIDS. A criptococose é uma infecção oportunista definidora para pessoas com AIDS.

O fungo tende a infectar pessoas que têm o sistema imunológico debilitado, incluindo pessoas que têm:

AIDS

Têm linfoma de Hodgkin ou outro linfoma

Sarcoidose

Uso de medicamentos que suprimem o sistema imunológico, como aqueles usados para prevenir a rejeição de um órgão transplantado e, quando tomados por um longo período, corticosteroides

Porém, a criptococose causada por Cryptococcus gattii, também pode também se desenvolver em pessoas com um sistema imunológico normal. Ela também tem mais probabilidade de ocorrer em pessoas que apresentam outros distúrbios pulmonares, têm 50 anos de idade ou mais ou que fumam tabaco.

A infecção geralmente ocorre quando as pessoas inalam os esporos do fungo. Portanto, a criptococose normalmente afeta os pulmões. Ela se dissemina comumente para o cérebro e tecidos que envolvem o cérebro e a medula espinhal (meninges), resultando em meningite.

A criptococose também pode se disseminar para a pele e outros tecidos, como os ossos, as articulações, o baço, os rins e a próstata.

1 - Sintomas de criptococose

A criptococose geralmente causa sintomas leves e imprecisos. Os outros sintomas variam dependendo de onde a infecção se encontra:

Infecção pulmonar: nenhum sintoma em algumas pessoas, tosse ou tórax dolorido em outras e, se a infecção for grave, dificuldade respiratória

Meningite: Dor de cabeça, visão turva, depressão, agitação e confusão

Infecção cutânea: uma erupção cutânea, consistindo de caroços (às vezes cheios de pus) ou ulcerações abertas

A criptococose pode se espalhar para a pele e causar uma erupção cutânea na forma de caroços (às vezes, com pus) ou feridas abertas.

A infecção pulmonar raramente é perigosa. A meningite traz risco à vida.

2 - Diagnóstico de criptococose

Cultura e exame de uma amostra de tecido ou líquido

Para diagnosticar criptococose, o médico colhe amostras de tecido e de líquidos do organismo, como o líquido cefalorraquidiano, expectoração, urina e sangue, para fazer a cultura e análise. É feita uma punção na coluna vertebral (punção lombar) para obter líquido cefalorraquidiano (o líquido que circunda o cérebro e a medula espinhal).

O sangue e o líquido cefalorraquidiano podem ser examinados para detectar certas substâncias liberadas pelo Cryptococcus.

3 - Tratamento de criptococose

Medicamentos antifúngicos

Geralmente, são usados medicamentos antifúngicos para tratar criptococose.

Pessoas com sistema imunológico saudável

Se a infecção afetar apenas uma pequena parte do pulmão e não causar nenhum sintoma, geralmente nenhum tratamento é necessário. Entretanto, alguns médicos preferem tratar a criptococose sempre. O fluconazol é administrado por via oral para encurtar a duração da doença e reduzir o risco de a infecção se disseminar.

Se uma infecção pulmonar causar sintomas, administra-se fluconazol por via oral por 6 a 12 meses.

Para pessoas com meningite, o tratamento é anfotericina B, administrada por via intravenosa, seguida por fluconazol, administrado por via oral, durante muitos meses.

No caso de pessoas sem meningite, o tratamento normalmente é feito com fluconazol por seis a doze meses.

Para pessoas com infecção na pele, nos ossos ou em outros locais, o tratamento costuma ser fluconazol por via oral. Se a infecção for grave, as pessoas recebem anfotericina B por via intravenosa, mais flucitosina e fluconazol, administrados por via oral.

Pessoas que possuem um sistema imunológico debilitado

Pessoas com o sistema imunológico debilitado sempre requerem tratamento.

Uma infecção pulmonar leve a moderada pode ser tratada com fluconazol administrado por via oral por 6 a 12 meses.

Uma infecção pulmonar grave ou meningite pode ser tratada com anfotericina B, administrada por via intravenosa, combinada com flucitosina, seguida por fluconazol, ambos administrados por via oral.

Depois de tratar a criptococose, em geral, pessoas com AIDS precisarão continuar a tomar um medicamento antifúngico (como fluconazol) até que sua contagem de CD4 (o número de um tipo de glóbulo branco que diminui quando a AIDS não está controlada) seja maior que 150 células por microlitro de sangue.

Reproduzido de Manual MSD - Versão Saude para a familia


"Chumbinho" ferramenta de morte

 


O que é o ‘chumbinho’?

O chamado ‘chumbinho’ é um produto clandestino, irregularmente utilizado como raticida. Não possui registro na ANVISA nem em qualquer outro órgão governamental, sendo, portanto, ilegal e extremamente perigoso.

Aspecto físico

Geralmente, o ‘chumbinho’ apresenta-se sob a forma de um granulado cinza escuro ou grafite, semelhante à cor do chumbo, o que inspirou seu nome popular.


Composição e origem

O ‘chumbinho’ consiste, em grande parte, de agrotóxicos – venenos agrícolas de uso exclusivo na lavoura, como inseticidas, acaricidas ou nematicidas. Esses produtos são desviados ilegalmente do campo para os grandes centros urbanos e vendidos clandestinamente como raticidas. Entre as substâncias mais comuns encontradas nas amostras analisadas de ‘chumbinho’, destacam-se os carbamatos e organofosforados. O aldicarbe, um carbamato altamente tóxico, é o mais frequente, presente em cerca de 50% dos casos. Também já foram identificados carbofurano, terbufós, forato, monocrotofós e metomil, variando de região para região.

Produção e comercialização

A fabricação e a venda do ‘chumbinho’ são realizadas por quadrilhas de contraventores, que obtêm os agrotóxicos por meio de roubo de carga, contrabando de países vizinhos ao Brasil ou desvio direto das lavouras. Posteriormente, esses produtos são fracionados e diluídos antes de serem comercializados no mercado informal. Há ainda relatos de casas agrícolas irresponsáveis que, de forma clandestina, vendem esses venenos perigosos.

Eficiência no controle de roedores

Apesar de provocar a morte quase imediata do roedor, o ‘chumbinho’ não é uma solução eficaz para o controle desses animais. O que ocorre é que o veneno, altamente tóxico, mata o roedor logo após a ingestão, mas a colônia de ratos observa a situação e evita o produto posteriormente. Muitas vezes, o animal mais velho ou doente é o primeiro a provar o ‘novo alimento’, e sua morte alerta os demais, que simplesmente se deslocam para áreas vizinhas. Os raticidas legais e registrados na ANVISA, por outro lado, contêm anticoagulantes que causam a morte lenta dos roedores, permitindo que todos na colônia ingiram o veneno antes que percebam o risco, eliminando-os de forma mais eficaz e segura.

Perigos do uso do ‘chumbinho’

Além de ser ilegal, o ‘chumbinho’ não possui rótulo com informações sobre manuseio, orientações médicas ou telefones de emergência. O mais grave é a ausência da descrição do agente ativo e do antídoto adequado, o que dificulta o atendimento médico em caso de intoxicação. Os sintomas típicos da intoxicação por ‘chumbinho’ incluem manifestações de síndrome colinérgica, como náuseas, vômitos, sudorese, salivação excessiva, borramento visual, contração das pupilas (miose), hipersecreção brônquica, dor abdominal, diarreia, tremores e taquicardia, geralmente surgindo menos de uma hora após a ingestão.

Em caso de intoxicação, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. A ligação é gratuita e você será atendido e orientado por um profissional de saúde especializado.

Atenção!
A compra e venda de ‘chumbinho’ é crime. Denuncie!

Mosca Doméstica (Musca domestica) – Um Inimigo Comum e Perigoso

A mosca doméstica (Musca domestica) é um dos insetos mais comuns e disseminados no mundo. Presente em praticamente todos os ambientes habitados por humanos, ela é uma grande preocupação sanitária devido ao seu potencial de transmissão de doenças.  

Características Principais 


 

A Musca domestica mede entre 5 e 8 mm de comprimento, com um corpo acinzentado e listras escuras no tórax. Seus olhos compostos são grandes e multifacetados, permitindo uma visão ampla. Suas asas são membranosas e lhe conferem grande agilidade no voo. Como possui aparelho bucal sugador-lambedor, ela se alimenta de líquidos ou de partículas dissolvidas de matéria orgânica, especialmente em decomposição.  

Reprodução e Ciclo de Vida  

A reprodução da mosca doméstica é extremamente rápida, favorecendo sua proliferação em ambientes urbanos. Uma única fêmea pode colocar até 500 ovos ao longo da vida, distribuídos em pequenas postas sobre matéria orgânica em decomposição, como lixo, fezes e restos de comida. O ciclo de vida completo – do ovo ao adulto – pode levar apenas de 7 a 10 dias em temperaturas ideais, permitindo um crescimento populacional explosivo.  


Riscos e Doenças Transmitidas  

A Musca domestica é um vetor mecânico de diversas doenças, pois carrega microrganismos patogênicos em seu corpo e patas ao pousar sobre alimentos, utensílios domésticos e superfícies de contato humano. Entre as principais doenças associadas às moscas estão:  

- Diarreia e disenteria bacteriana (Salmonella, Shigella, Escherichia coli);  

- Infecções intestinais e intoxicações alimentares;  

- Cólera e febre tifoide;  

- Conjuntivite e outras infecções oculares.  

Além disso, moscas podem causar miíases (bernes e bicheiras) ao depositar ovos em feridas abertas ou tecidos necrosados.  

Medidas de Controle e Prevenção 

Para evitar infestações de moscas domésticas, algumas medidas simples e eficazes podem ser adotadas:  

- Higiene e descarte adequado do lixo: Manter o lixo bem fechado e removê-lo regularmente reduz as fontes de alimento e reprodução.  

-Manter alimentos cobertos: Evita contaminações diretas.  

- Tela e barreiras físicas: Instalar telas em portas e janelas impede a entrada das moscas.  

- Controle químico e natural: Uso de armadilhas caseiras, iscas adesivas e inseticidas adequados pode ajudar a reduzir a população de moscas em áreas infestadas.  

- Limpeza de fezes e restos orgânicos: Ambientes sujos e úmidos favorecem a proliferação das moscas.  

Com essas medidas, é possível minimizar os riscos associados a esse inseto e garantir um ambiente mais seguro e saudável.

                                               



O Rato Urbano: Hábitos, Preferências e Riscos à Saúde

Os ratos urbanos são roedores altamente adaptáveis que vivem em estreita convivência com o ser humano, aproveitando os recursos disponíveis nas cidades para sua sobrevivência. 

Dentre as espécies mais comuns nas áreas urbanas, destacam-se o rato de esgoto (Rattus norvegicus),  o rato de telhado (Rattus rattus). Uma terceira espécie, o camundongo (Mus musculus) não é muito citado, talvez pela sua semelhança com ratos de desenhos animados, e é erroneamente avaliado como um ratinho pequeno e sem risco, o que não é verdade. 



Habitat e Esconderijos  

Esses roedores preferem ambientes onde possam se abrigar e encontrar alimento com facilidade. Costumam viver em locais úmidos e escuros, como esgotos, bueiros, terrenos baldios, porões, lixões e depósitos de entulho. 

O rato de telhado, por exemplo, prefere forros de casas e construções elevadas, enquanto a ratazana se abriga em tocas subterrâneas próximas a fontes de água.  

Tempo de Vida e Reprodução  

O ciclo de vida de um rato urbano varia conforme as condições do ambiente. Em média, vivem entre 9 meses a 2 anos, mas sua alta taxa de reprodução compensa a curta expectativa de vida. Uma fêmea pode gerar até 7 a 8 ninhadas por ano, com aproximadamente 8 a 12 filhotes por vez, tornando esses animais extremamente prolíficos.Tudo depende de encontrarem ambientes apropriados, com abrigo  e alimento suficiente. Os ratos tem a capacidade de se auto limitar em termos de cios das fêmeas, se o ambiente para eles for insuficiente.  

Alimentação e Preferências  

Os ratos são onívoros (comem de tudo) e se alimentam do que estiver disponível, mas têm algumas preferências alimentares. O rato de esgoto, por exemplo, consome restos de comida, grãos e carnes, enquanto o rato de telhado prefere frutas, sementes e cereais. Como têm um excelente olfato, conseguem farejar alimentos a grandes distâncias.  

Como Acessam o Ambiente Humano?  

Esses roedores são ágeis e estratégicos, aproveitando-se de frestas, canos, rachaduras, ralos e até mesmo encanamentos para invadir residências, comércios e armazéns. Sua capacidade de escalar paredes e se espremer por espaços pequenos facilita a entrada em ambientes fechados durante a noite, quando se sentem mais seguros para procurar comida.  



Doenças Transmitidas pelo Rato Urbano  

Os ratos são vetores de diversas doenças que podem afetar humanos e animais de estimação. Algumas das principais doenças transmitidas por esses roedores incluem:  

- Leptospirose – Causada por bactérias presentes na urina do rato, transmitida pelo contato com água contaminada.  

- Hantavirose – Doença grave transmitida por inalação de partículas de fezes e urina de roedores infectados.  

- Peste Bubônica – Histórica doença causada pela bactéria Yersinia pestis, transmitida por pulgas de ratos.  

- Salmonelose – Infecção alimentar provocada pela ingestão de alimentos contaminados pelas fezes dos ratos.  

- Tifo Murino – Doença transmitida por pulgas que vivem nos roedores.  


Conclusão  

O rato urbano é um dos animais mais bem adaptados ao convívio com o ser humano, utilizando o ambiente das cidades para sobreviver e se multiplicar. Sua presença está diretamente relacionada à disponibilidade de alimento, abrigo e saneamento inadequado. Além dos danos estruturais que podem causar, os ratos representam um grande risco à saúde pública, sendo fundamental adotar medidas de prevenção, como o descarte correto de lixo, vedação de acessos e controle populacional adequado.

Baratas invadem ruas do centro de Porto Alegre após inundação

Baratas invadem ruas do centro de Porto Alegre após inundação

Após o registro de alagamento do centro histórico de Porto Alegre, em razão da elevação das águas do Rio Guaíba, moradores da capital gaúcha também têm relatado o aparecimento de baratas em ruas da região. Os insetos estão saindo de bueiros e tomando as ruas e paredes dos imóveis.



O nível do Guaíba bateu recorde (4,96 metros) entre a noite de sexta-feira, 3 e a manhã de sábado, 4. É a maior marca já registrada na capital gaúcha, superando a cheia histórica de 1941, com 4,76 metros.

O Estado enfrenta seu pior desastre climático, com 56 mortos e 67 desaparecidos. Segundo balanço divulgado na manhã de sábado já são 281 municípios impactados, 377.497 pessoas afetadas, 24.666 desalojados e 8.296 pessoas em abrigos. Outras 74 pessoas também ficaram feridas. A situação de alerta continua em todo o Rio Grande do Sul.

Com a inundação do Guaíba, o Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) afirma que foi necessário suspender os operações das Estações de Tratamento de Água (Etas) Moinhos de Vento, São João e Tristeza, na manhã de sábado, 4. Também há registro de falta de luz e o Aeroporto de Porto Alegre está fechado.

Fonte.: UOL



Como melhorar a estrutura de um restaurante para evitar que entrem insetos

Para melhorar a estrutura de um restaurante e evitar a entrada de insetos, aqui estão algumas medidas que podem ser tomadas:

1. Vedação de Entradas: Certifique-se de que todas as portas, janelas e outras aberturas sejam vedadas corretamente. Use selantes e faixas de borracha ao redor das portas para evitar qualquer brecha por onde os insetos possam entrar.

2. Instalação de Telas: Coloque telas de malha fina nas janelas e portas para impedir a entrada de insetos voadores. Verifique regularmente se essas telas estão intactas e faça reparos conforme necessário.

3. Portas Automáticas: Considere a instalação de portas automáticas que se fecham automaticamente após serem abertas. Isso ajuda a minimizar o tempo em que as portas ficam abertas, reduzindo as oportunidades para os insetos entrarem.

4. Manutenção do Paisagismo: Mantenha o paisagismo ao redor do restaurante bem cuidado. Evite o acúmulo de folhas caídas, grama alta e outras condições que possam atrair insetos.

5. Iluminação Adequada: Evite atrair insetos noturnos, como mosquitos, usando iluminação adequada ao redor do restaurante. Opte por lâmpadas de menor atratividade para insetos ou use dispositivos de luz que minimizem a atração de insetos.

6. Limpeza Regular: Mantenha o restaurante limpo e livre de resíduos de alimentos. Limpe regularmente todas as áreas, incluindo a cozinha, áreas de armazenamento, salão de jantar e áreas externas.

7. Armazenamento Adequado de Resíduos: Armazene corretamente o lixo em recipientes selados e com tampa. Certifique-se de esvaziar os recipientes de lixo regularmente para evitar o acúmulo de resíduos que possam atrair insetos.

8. Controle de Umidade: Reduza a umidade dentro do restaurante, pois muitos insetos são atraídos por ambientes úmidos. Use desumidificadores, conserte vazamentos de água e ventile adequadamente as áreas úmidas, como banheiros e cozinhas.

9. Treinamento da Equipe: Eduque a equipe do restaurante sobre a importância da higiene e do controle de insetos. Incentive-os a relatar imediatamente qualquer problema relacionado a insetos para que possa ser resolvido rapidamente.

Ao implementar essas medidas, você pode melhorar significativamente a estrutura do restaurante para evitar a entrada de insetos, garantindo um ambiente limpo e agradável para os clientes.


PESTICIDAS E A SUA SAÚDE

  Pesticidas e sua saúde Os pesticidas podem existir na forma de sólido, líquido, pó ou spray . A forma influenciará a maneira como o pes...