Dicas de como tratar as infestações de Moscas

 


As moscas são insetos voadores que podem ser encontrados em todo o mundo. Elas são conhecidas por serem pragas, pois podem transmitir doenças e causar desconforto. Existem muitas maneiras de controlar as moscas, tanto em áreas urbanas quanto rurais.

Uma das maneiras mais eficazes de controlar as moscas é remover os seus criadouros. As moscas se reproduzem em materiais orgânicos em decomposição, como lixo, estrume, restos de comida e matéria vegetal. Ao remover esses materiais, você está removendo o habitat das moscas e tornando mais difícil para elas se reproduzirem.


Outra maneira de controlar as moscas é usar inseticidas. Os inseticidas podem ser aplicados em áreas onde as moscas se reúnem, como em torno de lixeiras, estábulos e jardins. No entanto, é importante usar inseticidas com segurança e seguir as instruções do rótulo.


Finalmente, você também pode controlar as moscas usando métodos naturais. Um método natural é usar armadilhas para moscas. As armadilhas para moscas são dispositivos que atraem as moscas com comida ou luz e depois as matam. Outro método natural é usar plantas repelentes de moscas. Algumas plantas, como a citronela e o alecrim, possuem óleos essenciais que repelem as moscas.

Ao usar uma combinação desses métodos, você pode controlar as moscas e manter sua casa e seu ambiente livre dessas pragas.

Aqui estão algumas dicas adicionais para controlar as moscas:

  • Mantenha as lixeiras tampadas e higienizadas sempre com água sanitária para remover resíduo



    s aderidos.
  • Limpe regularmente os restos de comida e outros materiais orgânicos.
  • Mantenha as áreas ao redor da sua casa limpas e livres de detritos.
  • Plante plantas repelentes de moscas, como citronela e alecrim.
  • Use inseticidas com segurança e siga as instruções do rótulo.

Ao seguir essas dicas, você pode ajudar a controlar as moscas e manter sua casa e seu ambiente livre dessas pragas.

Dicas de como controlar as pragas urbanas

 


Existem muitas maneiras de controlar as pragas urbanas. Algumas das mais comuns incluem:

  • Controle químico: Isso envolve o uso de pesticidas para matar as pragas. Os pesticidas podem ser aplicados por profissionais de controle de pragas ou por você mesmo. No entanto, é importante usar pesticidas com segurança e seguir as instruções do rótulo cuidadosamente.

  • Controle físico: Isso envolve remover as fontes de alimento, água e abrigo para as pragas. Isso pode incluir coisas como limpar a bagunça, selar rachaduras e fendas e remover plantas rasteiras.

  • Controle biológico: Isso envolve o uso de inimigos naturais das pragas para controlá-las. Isso pode incluir coisas como soltar insetos predadores ou parasitas nas áreas afetadas.

  • Controle cultural: Isso envolve fazer mudanças no estilo de vida ou no ambiente para reduzir o risco de pragas. Isso pode incluir coisas como manter as plantas livres de pragas, armazenar alimentos adequadamente e evitar a entrada de pragas em casa.

A melhor maneira de controlar as pragas urbanas é combinar várias técnicas. Isso ajudará a garantir que todas as fontes de pragas sejam abordadas. Se você tiver um problema de pragas, é importante entrar em contato com um profissional de controle de pragas para obter ajuda. Eles poderão avaliar a situação e recomendar o melhor curso de ação.

Aqui estão algumas dicas adicionais para controlar as pragas urbanas:

  • Mantenha sua casa limpa e arrumada. Isso removerá as fontes de alimento, água e abrigo para as pragas.

  • Selar rachaduras e fendas em sua casa. Isso impedirá que as pragas entrem.

  • Mantenha as plantas livres de pragas. As plantas podem atrair pragas para sua casa.

  • Armazene alimentos adequadamente. Os alimentos devem ser armazenados em recipientes herméticos para evitar que as pragas os alcancem.

  • Evite a entrada de pragas em casa. Verifique regularmente sua casa por sinais de pragas e tome medidas para corrigi-los imediatamente.

Ao seguir essas dicas, você pode ajudar a manter sua casa livre de pragas.


SOBRE O SURTO DE FEBRE MACULOSA EM CAMPINAS (SP)

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Publicado em 14/06/2023 15h01 

Atualizado em 21/06/2023 10h48

O Ministério da Saúde confirma a ocorrência de três óbitos por febre maculosa em Campinas/SP, referentes a um surto no município. Até o fim da manhã desta quarta-feira (14/06), a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo aguardava a confirmação laboratorial de um possível quarto óbito pela doença na região. 

Desde a notificação dos casos, o Ministério da Saúde mantém contato com o estado para o acompanhamento das ações de vigilância e assistência, prestando suporte técnico e auxiliando na realização das ações. O município de Campinas é uma área endêmica e o período sazonal para a doença no país se estende de maio a setembro.

A transmissão da febre maculosa ocorre somente por meio do contato com o carrapato infectado pela bactéria do gênero Rickettsia.  Não há transmissão de pessoa para pessoa. O tratamento oportuno é essencial para evitar formas mais graves da doença e óbitos. Assim que surgirem os primeiros sintomas, é importante que o paciente procure as unidades de saúde para avaliação médica e tratamento disponível no SUS. 

O Ministério da Saúde distribui aos estados antimicrobiano preconizado para o tratamento da febre maculosa, e vem promovendo ações recorrentes de capacitações direcionadas às vigilâncias estaduais e municipais, envolvendo profissionais da vigilância e da atenção à saúde. 

Atualmente todas as unidades federativas estão abastecidas com os medicamentos prioritários para o tratamento da febre maculosa – incluindo São Paulo.  Além dos quantitativos já distribuídos, o Ministério da Saúde tem estoque estratégico e já colocou à disposição para enviar novas remessas aos estados que precisarem. 

A pasta também vem realizando a divulgação de diretrizes técnicas e recomendações de conduta de manejo clínico dos pacientes suspeitos e de vigilância ambiental, além da divulgação de materiais educativos para prevenção da doença. 

Número de casos no Brasil 

Em 2023, o estado de São Paulo registrou 12 casos, sendo que quatro evoluíram para cura, seis para óbitos e dois continuam em investigação. No Brasil, este ano já foram confirmados 53 casos da doença, dos quais oito resultaram em óbitos. A maior concentração de casos é verificada nas regiões Sudeste e Sul, e de maneira geral ocorrem de forma esporádica. 

Quando notificado de casos suspeitos, o Ministério da Saúde presta apoio técnico a estados e municípios no manejo clínico e na investigação dos casos, promovendo a divulgação das informações às secretarias estaduais e municipais de saúde para identificação precoce de eventuais novos casos suspeitos e para promoção do tratamento oportuno a fim de evitar óbitos. 

Em áreas consideradas de risco, o Ministério da Saúde recomenda a utilização de roupas que cubram todo o corpo, priorizando calças, blusas ou camisetas com mangas compridas e sapatos fechados. Dê preferência às cores claras. Dessa forma, os carrapatos podem ser vistos com maior facilidade pelo corpo. Examine o corpo com frequência, quanto mais rápido os carrapatos forem retirados, menores as chances de infecções. Caso o animal esteja infestado por carrapatos, procure orientação de um médico veterinário. 

fONTE: Ministerio da saude

SOBRE A FEBRE MACULOSA

 FEBRE MACULOSA

CID10: A77.9

Descrição

A febre maculosa brasileira (FMB) é uma doença infecciosa febril aguda de gravidade variável, cuja apresentação clínica pode variar de formas leves e atípicas até formas graves, com taxa de letalidade elevada. A doença é causada pela Rickettsia rickettsii e transmitida por carrapatos. Em sua forma clássica, tem início abrupto, com febre alta, cefaleia e mialgia intensas, podendo cursar ou não com exantema maculopapular (tardio) de distribuição característica (é uma das poucas doenças exantemáticas em que o exantema atinge plantas e palmas), e que pode evoluir para petéquias, equimoses e hemorragias.

Quadro Clínico

existe uma controvérsia entre os especialistas da área em relação à existência ou não de um espectro clínico da doença (variando de casos leves ou assintomáticos até casos graves, ou apenas casos graves).

Na situação clássica, o sinal clínico mais precoce é a febre, habitualmente associada à cefaleia, mialgia, artralgia, astenia, inapetência, dor abdominal, náuseas e vômitos. Esse quadro é bastante inespecífico, comum a diversas doenças infecciosas e, na ausência de história de contato com carrapato, será muito difícil o diagnóstico inicial de febre maculosa.

Tratamento

A introdução precoce do tratamento antibiótico (com doxiciclina, preferencialmente, ou cloranfenicol) tem impacto importante na redução da letalidade da doença.

A doxiciclina deve ser administrada na dose de 100 mg, via oral, a cada 12 horas para adultos e crianças acima de 45 kg.
A dose do cloranfenicol é de 1 g a cada 6 horas para adultos, e para crianças, a dose total diária varia de 50 a 75 mg/kg/dia, dividida em 4 tomadas.

O tratamento específico deve ser mantido por um período mínimo de 7 dias, ou até 2 a 3 dias após o término da febre.

Fonte.: CVE SP

Carrapatos portadores de febre maculosa podem afetar cães


Profissional explica diferenças entre este e o parasita mais comum no organismo dos pets

O aumento nos casos de febre maculosa no interior de São Paulo, ocasionados por carrapatos, também acende o alerta para os efeitos nos cães. A febre maculosa pode ser transmitida para seus pets por meio do carrapato estrela, cujo gênero é conhecido por Amblyomma sp, responsável pela disseminação das bactérias do gênero Rickettsia., incluindo a Rickettsia rickettsii, responsável pela febre maculosa. 

Além disso, é importante distinguir esse tipo de carrapato do Rhipicephalus sanguineus, espécie mais comum em cães. Ao conhecer as características e os comportamentos dos carrapatos, assim como estar ciente das medidas preventivas, os tutores poderão proteger seus cães contra a febre maculosa, assegurando, assim, sua saúde e bem-estar.

O carrapato marrom, espécie mais prevalente encontrada em cães, possui ampla distribuição geográfica e é encontrado em diferentes regiões do mundo, tendo como preferência áreas quentes e secas. Por isso, também são comuns em ambientes domésticos, como casas e quintais, onde os cães passam a maior parte do tempo.

Por outro lado, o parasita vetor da febre maculosa no Brasil, conhecido como carrapato estrela, é mais comum em áreas rurais e de vegetação densa, onde seus hospedeiros naturais, como capivaras, cavalos e outros animais selvagens, são encontrados. 

Diferentemente do primeiro, o carrapato estrela não infesta o interior de residências e edifícios e não é encontrado em caminhos pavimentados ou áreas com solo exposto. A transmissão da bactéria causadora da febre maculosa ocorre durante o parasitismo prolongado do carrapato infectado, que requer acima de 4 horas de alimentação com sangue do hospedeiro. 

Antiparasitários são aliados para proteger animais de contaminações (Foto: reprodução)

A médica veterinária e gerente Técnica da Boehringer Ingelheim, Dra. Karin Botteon, salienta que apenas 1% dos carrapatos desse gênero estão infectados, e a bactéria será carreada pelo carrapato ao longo de suas vidas. Além disso, a transmissão vertical e transestadial nos carrapatos significa que eles já nascem infectados.

Embora cães possam ser infectados pela bactéria que causa a febre maculosa, eles não são os hospedeiros preferenciais do carrapato estrela. Normalmente, as capivaras, gambás, saguis, bois e cavalos são os hospedeiros preferidos. 

Os principais sintomas da febre maculosa em cães incluem febre, letargia, hiperemia (com manchas vermelhas na pele) e edema de extremidades como lábios, nariz e orelhas. Ainda, 40% dos cães afetados podem apresentar sintomas neurológicos. 

Os sinais clínicos geralmente aparecem entre 2 e 4 dias após a infecção, mas podem ocorrer em até 14 dias. É importante ressaltar também que os animais domésticos não são capazes de transmitir a doença para seres humanos – é necessário que um carrapato contaminado se alimente do ser humano para transmitir a doença.

“A febre maculosa causada pelo carrapato estrela na região interior de São Paulo é uma zoonose grave. No entanto, é possível prevenir e combater essa doença por meio de medidas adequadas”, destaca a profissional. 

“Para priorizar a saúde integrada de humanos e animais e proteger seu pet contra o carrapato estrela e a febre maculosa, é importante aplicar corretamente antiparasitários eficazes no combate aos carrapatos, como o Frontline, por exemplo. Esses produtos devem ser utilizados conforme as instruções do fabricante e as orientações de um veterinário”, acrescenta.

E para proteger seus animais de estimação, também é crucial estar atento às áreas de risco e adotar medidas preventivas adequadas. Ao evitar áreas infestadas e implementar medidas preventivas, como o uso de antiparasitários, os tutores podem reduzir o risco de seus pets contraírem a febre maculosa.

O carrapato estrela está presente em áreas verdes onde há circulação de seus hospedeiros, especialmente capivaras e cavalos. Isso inclui parques, praças, fazendas, pastos, matas, pesqueiros e vegetação próxima às margens de rios e lagoas. 

A conscientização e a adoção de medidas preventivas são fundamentais para evitar o aumento de casos de febre maculosa em Campinas e outras regiões. Ao proteger os animais de estimação, contribuímos para a promoção da saúde e bem-estar de todos os membros da família, sejam eles humanos ou não.

Fonte: AI, adaptado pela equipe Cães e Gatos VET FOOD.

Tchau mosquito: Cientistas criam 'camuflagem química' que reduz as picadas em 80%

 


Material criado pelos cientistas também se mostrou eficaz contra as picadas do Aedes Aegypti, transmissor da dengue

Tchau mosquito: Cientistas criam 'camuflagem química' que reduz as picadas em 80%
 Créditos: Encierro/Adobe/Reprodução

Cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém criaram uma 'camuflagem química' que reduz em até 80% a picada dos mosquitos. Além disso, a redução no número de picadas também diminui a frequência da deposição de ovos, podendo alcançar 99% de redução. Segundo a pesquisa, o novo repelente se mostrou eficaz também contra as picadas do Aedes Aegypti, mosquito transmissor da dengue.

Os cientistas estudam há anos como reduzir as picadas de mosquito e no geral, o uso de repelente se mostra bem eficaz. Porém, o diferencial da pesquisa dos cientistas Israelenses é que o repelente é formado por compostos naturais encontradas em flores, com alta duração dos efeitos. O estudo foi publicado no PNA Nexus, no mês de abril de 2023. Segundo os resultados, o composto impede em 80% que os mosquitos pousem na pele, e a duração do efeito pode ser potencializada com técnicas de redução de reprodução para diminuir em 99.4% a quantidade de vezes que as fêmeas depositam ovos.

CRÉDITOS: G1/Reprodução

Camuflagem para impedir a picada de mosquito

O composto utiliza Nanocristais de Celulose (CNC), presente em plantas e flores. Os cientistas afirmam que o composto orgânico forma uma fina película na pele do usuário, com alta duração dos efeitos, além de dispersar com facilidade em meio aquoso. Dessa forma, o produto pode substituir os compostos químicos tradicionais e ser utilizado como repelente.

O CNC impede que o mosquito identifique a pele humana como atrativa para as picadas, reduzindo as vezes que os insetos pousam no nosso corpo. Dessa forma, a camuflagem química é produzida com um produto totalmente orgânico e natural, reduzindo também o efeito nocivo para o meio ambiente. O repelente foi testado no Aedes Aegypti, onde se mostrou muito eficaz para reduzir picadas e a deposição de ovos. Segundo os cientistas, os resultados encontrados são positivos e podem ajudar as pessoas no combate contra as doenças transmitidas pelos insetos, como a malária e a dengue. Resta torcer para que a pesquisa continue avançando e o repelente a base de CNC se torne um produto comercializável para garantir a segurança das pessoas.


Fonte: PNA NexusBGR e Mundoconectado

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CONTROLANDO RATOS EM ÁREAS CRÍTICAS.

Não há lugar onde os ratos não cheguem. Eles estão sempre mirando oportunidades de sobrevivência nos ambientes urbanos. E certamente o homem é o mais responsável por esse estimulo aos ratos.  

Os profissionais de controle de pragas enfrentam as mais diferentes situações no seu trabalho diário, porem as áreas mais críticas que requerem mais trabalho são aquelas onde o alimento está presente, seja na forma de estoque em armazéns de distribuição seja em fabricas e serviços de alimentos de toda a natureza. Essas áreas criticas podem também estar inseridas dentro de áreas não atrativas tais como os restaurantes que oferecem refeições coletivas dentro das unidades fabris. 

Podemos dizer que uma área pode ter maior ou menor pressão externa de roedores dependendo das circunstancias da vizinhança. Podemos citar algumas de alto potencial de pressão, tais como:

o   Terrenos com cultivo agrícola

o   Áreas costeiras portuárias

o   Pastagem

o   Terrenos baldios

o   Comunidades de favelas

o   Terrenos com estoque de madeira

o   Rios, córregos, lagos

o   Vegetação cerrada que impeça a visualização

o   Áreas de descarte de lixo

o   Linhas de trem

o   Terrenos de ferro velho

o   Moinhos

o   Sistemas de esgotos

o   Fazendas de criação de animais

o   Estruturas infestadas com população de roedores:

Todos esses exemplos precisam ser analisados sempre no momento em que é feita uma vistoria no local infestado e as observações devem ser citadas claramente no relatório técnico a ser apresentado posteriormente ao interessado. Esses fatores  vão influenciar totalmente no trabalho a ser empreendido que deve incluir um forte apelo as medidas de prevenção.

                               Fig.: Sequência de tocas feitas por roedore

Lucia Schuller; bióloga

Qual a diferença entre insetos e aranhas??

 A principal diferença entre esses grande grupos é a quantidade de pernas e a presença de antenas. Insetos tê 6 pernas e par de antenas; já as aranhas possuem oito pernas e uma estrutura denomida pedipalpo cuja utilidade é manipoular o alimento ou a presa, assim como para a reprodução.

Insetos e Aranhas pertencem a um grupo de animais denominado de artropodes, cujo nome significa pernas articuladas.




Há outros animais pertencentes a este grande grupo ou Filo que são os milipedes, centopeias, carrapatos, escorpiões, crustraceos. Uma caracteristica importante deste Filo é que esses animais carregam um esqueleto externa, como se fosse uma caixa, onde ficam contidos os sistemas biológicos, chamado de exoesqueleto. Os camarões, por exemplo fazem parte desse grupo também e a casca que recobre o seu corpo é o exoesqueleto.

  



Assim, podemos afirmar que as baratas e os camarões são parentes bem proximos.


Lucia Schuller 

Bióloga

MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE MOSCAS E ÁREAS DE ALIMENTOS

As medidas a seguir são adaptáveis a qualquer ambiente urbano, seja ele doméstico, comercial ou industrial.


1 - Manter alimentos guardados em recipientes fechados;

2 - Alimentos preparados devem ser cobertos com filme plástico ou outras coberturas para garantir que as moscas não pousem;

3 - Recolher restos de alimentos, fezes de animais e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados;

4 - Limpar diariamente os locais de refeição e preparo de alimentos;

5 - Não vazar lixo a céu aberto;

6 - Telar janelas, portas e instalar cortinas de ar;

7 - Fazer manutenção periódica das telas;

8 - Desobstruir valas que retenham resíduos orgânicos, protegê-los de forma que as moscas não tenham acesso para efetuar a sua ovipostura ou se alimentar; 

9 - Manter fechados os reservatóros de lixo;

10 -Manter a área sob e ao redor destes reservatórios sempre limpa e,
preferencialmente, higienizada com cloro a 2,5%;

11 -Se possível, abrigar o lixo orgânico em câmaras frias;

12 -Manter o lixo orgânico o mais longe possível das áreas de preparação, manipulação, fabricação e armazenagem de alimentos;

13 -Em áreas produtivas adotar o uso de ante-câmaras;

14 -Elaborar um plano de instalação de armadilhas luminosas;

15 -Trocar as lâmpadas de ultra violeta no mínimo uma vez por ano;

16 -Manter as armadilhas luminosas a uma altura não superior a 1,80 m de altura para obter maior captura de moscas;

17 - Manter um programa de higienização das armadilhas luminosas.


(Esse texto foi elaborado por Lucia Schuller e contém informações da Vigilância Estadual SP bem como da experiência e vivência da autora)

 



Moscas são os animais com percepção temporal mais acelerada, diz estudo


Pesquisadores da Irlanda mediram a taxa pela qual mais de 100 espécies percebem alterações no seu entorno — e os humanos estão longe de ser os mais ágeis




  
Estudo revela quais animais percebem o tempo de forma mais rápidaEstudo revela quais animais percebem o tempo de forma mais rápida Alex Perez/ Unsplash

Moscas-varejeiras percebem o tempo muito mais rápido que cachorros, que por sua vez o notam mais rápido que as estrelas-do-mar. Esses são alguns dos resultados de um estudo realizado pela Universidade de Galway, na Irlanda, que analisou a percepção temporal de mais de 100 animais.

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Os pesquisadores descobriram que os animais com estilos de vida acelerados têm sistemas visuais que podem detectar mudanças em velocidade mais alta. Espécies como moscas-varejeiras e moscas-do-dragão foram capazes de detectar mudanças a uma taxa de 300 hertz (Hz), medida que descreve qualquer evento periódico — oscilações ou rotações — por segundo.

Isso é significativamente mais rápido do que humanos, que podem ver a 65 Hz. Nos vertebrados, os olhos mais rápidos pertencem ao pássaro papa-moscas-preto, espécie da Europa que vê a 146 Hz. O salmão, por sua vez, registrou 96 Hz e os cachorros, 75 Hz. Entre os invertebrados, os olhos mais lentos são das estrelas-do-mar, com 0,7 Hz.

"Ter uma visão rápida ajuda uma espécie a perceber mudanças de maneira mais ágil no ambiente. Essa percepção detalhada é muito útil se você se mover rapidamente ou precisar identificar a trajetória de uma presa em movimento", explica Kevin Healy, da Universidade de Galway, em comunicado.


Esses dados foram coletados usando experimentos de luz oscilante. Os pesquisadores fizeram um exame oftalmológico chamado eletrorretinograma para medir a rapidez com que um animal podia detectar a taxa de uma luz piscando.

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Uma descoberta inesperada é que muitos predadores terrestres têm percepção relativamente lenta em comparação com predadores aquáticos. "Achamos que essa diferença pode ser porque em ambientes aquáticos os predadores podem ajustar continuamente sua posição ao atacar a presa”, comenta Healy.

Membros de uma mesma espécie também podem ter percepções temporais variadas, inclusive humanos. Estudos anteriores já sugeriram que goleiros de futebol, por exemplo, veem mudanças em uma taxa mais alta. Certos hábitos, como beber café, também podem interferir nessa capacidade.

Por Redação Galileu

20/12/2022 13h44  

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