DENGUE - Aedes Aegypti picando uma pessoa - Febre Amarela

O sapo que grita

Se tem um lugar em que a frase “tamanho não é documento”, é a natureza. Em mais um episódio para não julgarmos o livro pela capa, pesquisadores brasileiros encontraram um anfíbio bem pequeno, mas que possui um potente grito ultrassônico.



A descoberta, publicada em um estudo na revista  Acta Ethologica e realizada por pesquisadores da Unicamp, mostrou uma habilidade até então inédita aqui na América do Sul da rã-do-folhiço (Haddadus binotatus) para espantar predadores. Elas gritam na frequência do ultrassom, que, apesar de ser inaudível para humanos, é perceptível para outros animais da floresta.

O pequeno anfíbio é uma espécie endêmica da Mata Atlântica e bastante presente por lá. Mede pouco mais de  6,4 cm de comprimento e, para se proteger, compensam esse tamanho diminuto com um grito potente.

Humanos conseguem ouvir sons que ficam numa frequência entre 20 Hertz e 20 mil Hertz. Qualquer som abaixo ou acima desse intervalo passa imperceptível para nós.

Quando essas ondas sonoras estão abaixo de 20 Hz, esse som é chamado de infrassom. Alguns animais como os elefantes se comunicam nessa frequência. 

Já quando passam os 20 mil Hertz, essas ondas são chamadas de ultrassom, faixa que animais como os morcegos e a pequena rã-do-folhiço usam para se comunicar. 

Ao se sentir ameaçada ou perceber algum movimento de predador por perto, a rã-do-folhiço se posiciona de forma imponente e começa a cantar – numa frequência bem alta, de 20 mil a 44 mil Hertz.  A essa cantoria ultrassônica utilizada pelo pequeno anfíbio para afastar predadores, os pesquisadores deram o nome de canto de agonia.

“Alguns potenciais predadores dos anfíbios, como morcegos, roedores e pequenos primatas, conseguem emitir e ouvir sons nessa frequência, inaudível para humanos. Uma de nossas hipóteses é que o canto de agonia seja direcionado para algum deles, mas é possível que a ampla frequência seja generalista, para espantar o maior número possível de predadores”, conta em entrevista à Agência Fapesp  Ubiratã Ferreira Souza, pesquisador no Instituto de Biologia da Unicamp e autor do trabalho.

O comportamento, entretanto, não é algo raro no mundo. Pesquisas em outras partes do mundo já mostraram pequenas rãs na China que também se comunicam através de sons ultrassônicos.

De acordo com Mariana Retuci Pontes, coautora do estudo e também pesquisadora no  Instituto de Biologia da Unicamp, é provável que mesmo aqui no Brasil, outras espécies também sejam capazes de se comunicar nessa frequência sonora.

“Uma vez que o Brasil tem a maior diversidade de anfíbios do mundo, com mais de mil espécies descritas, não seria de admirar que outras rãs também emitam sons nessa frequência.”

Mas, de acordo com os pesquisadores, não está totalmente claro ainda se o comportamento de grito ultrassônico da rã-do-folhiço serve somente para espantar predadores. 

Outra hipótese levantada é que eles podem na verdade servir para uma emboscada, atrair um predador para o local onde estão para, no fim, ser atacado por outro animal. No meio da confusão, as rãs ficariam livres para escapar. Um plano infalível, de fazer inveja no Cebolinha.

extraído de: https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/este-sapinho-tem-um-grito-ultrass%C3%B4nico-para-afastar-predadores/ar-BB1n5T7h#

Rio Grande do Sul registra quatro mortes por leptospirose

20 de Maio, Dia Mundial das Abelhas

Insider lança camiseta repelente para combater doenças transmitidas por mosquitos

 Ao atingir mais de 3 milhões de casos prováveis de dengue, de acordo com o Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde, o Brasil nunca esteve tão suscetível ao mosquito transmissor, o Aedes Aegypti. Para contribuir no combate à doença, a Insider, empresa brasileira referência em moda funcional, lançou a Tech T-Shirt Mosquito Repeller, camiseta repelente com tecnologia inovadora projetada para afastar esses insetos.


A tecnologia têxtil, desenvolvida a pedido da Insider, consiste no tratamento do tecido de permetrina, uma versão sintética de um composto natural encontrado nas flores de crisântemo. Essa aplicação, não tóxica para humanos, oferece propriedades repelentes e inseticidas, agindo no sistema nervoso dos mosquitos.


Os benefícios da camiseta repelente são perceptíveis a uma distância de até 20 centímetros do tecido, reduzindo em até 90% os pousos de insetos na roupa e em sua área circundante. O ativo age repelindo a aproximação do mosquito, causando irritabilidade aos insetos “mais teimosos” e que insistem em pousar nas peças tratadas, e provocando efeito paralisante caso haja persistência de contato.

O uso de roupas tratadas com permetrina faz parte das medidas de controle de vetores do departamento de defesa dos Estados Unidos, inclusive para fins militares, de acordo com Yuri Gricheno, CEO da Insider.

“Apresentamos essa tecnologia ao mercado brasileiro como uma aliada na luta contra a dengue. Depois de muitos estudos, conseguimos chegar a esse produto, que alcançou o equilíbrio entre conforto e proteção em um tecido inteligente”, explica.

A Insider foi fundada em 2017 por Yuri Gricheno e Carol Matsuse, com o propósito de trazer uma mudança significativa na indústria da moda, centrada em três pilares: tecnologia, design e sustentabilidade. Seus produtos são desenvolvidos com estética atemporal e maior durabilidade, gerando menos consumo e utilizando menos recursos naturais. Prestes a completar sete anos de fundação, a Insider é considerada a maior marca de roupas essenciais do e-commerce brasileiro, com mais de meio milhão de clientes em mais de 40 países. Ela já se destacou anteriormente no fornecimento de soluções têxteis para a saúde pública durante a pandemia de Covid-19, com a produção de máscaras antivirais.

“Quando lançamos o produto, nosso estoque para um mês esgotou em apenas três horas. Sem dúvida, foi um momento importante para a nossa história e queremos continuar atentos às demandas da sociedade, com peças cada vez mais funcionais para o dia a dia”, relata Carol Matsuse, COO da Insider.

Outras propriedades

Ao repelir o mosquito Aedes Aegypti, a Tech T-Shirt Mosquito Repeller também ajuda no combate a outras doenças transmitidas por esse vetor, como Zika, Chikungunya e Febre Amarela Urbana. Além disso, a peça é eficaz contra o mosquito Anopheles, transmissor da Malária; o mosquito Palha, causador da Leishmaniose; e carrapatos Estrela, vetores da Febre Maculosa e da Doença de Lime.

Indicada para uso casual em áreas urbanas com alta incidência de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, a camiseta repelente também pode ser utilizada para atividades ao ar livre, como viagens, jardinagem e acampamento. Fabricada em tecido modal, com fibras naturais e certificadas, ela oferece maciez superior à do algodão e possui proteção UV40 contra os raios solares UVA e UVB.

Cuidados

A vantagem de usar a camiseta com acabamento repelente é que não é necessária a aplicação e reaplicação de sprays ou outros tipos de loções, porque o efeito repelente das peças Insider resiste a até 50 lavagens domésticas. No entanto, é importante ressaltar que as áreas corporais não protegidas ainda requerem o uso de repelentes convencionais.

Extraído de: Adnews20/05/2024


Texto do site da Insider - 


A Best Seller Tech T-shirt com acabamento repelente de insetos. Evita o contato com mosquitos como Aedes Aegypti, que pica através dos tecidos normais e é transmissor da dengue. Dispensa aplicação de repelentes diretamente nas roupas, e dura até 50 lavagens domésticas. É a evolução da camiseta com os benefícios únicos da tecnologia Insider:

  • Ação repelente de insetos
  • Não precisa ser passada
  • Proteção UV 40
  • Fibras 2x mais macias que o algodão
  • Regula a temperatura
  • Anti odor - desfavorável à proliferação de bactérias do mau cheiro

O produto não é indicado para crianças menores de 12 (doze) anos.
É recomendado que gestantes e lactantes consultem o seu médico antes do uso das peças.
Para maior proteção, recomendamos a aplicação de repelentes nas partes do corpo não protegidas pela camiseta.
Não há registros de reações adversas em contato direto com pets.


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Vale do Taquari foi uma das regiões mais afetadas pelas chuvas no RS

 

O governo do Rio Grande do Sul confirmou, nesta segunda-feira, a primeira morte por leptospirose após o início das chuvas que atingem o estado desde o fim de abril. Eldo Gross, de 67 anos, era da cidade de Travesseiro, no Vale do Taquari. Segundo a Secretaria da Saúde, o estado já registrou 19 casos confirmados de leptospirose nas últimas semanas.




A causa da morte do idoso foi confirmada por avaliação do Laboratório Central do Estado (Lacen). Somente na cidade de Travesseiro, são três casos de leptospirose já constatados — um pai e duas filhas, moradores da Linha Cairu. O estado de saúde dos três é estável. O homem está internado no Hospital Marques de Souza e as filhas são acompanhadas pela atenção primária.

Os 19 casos confirmados e a morte de Eldo Gross, no entanto, não são os primeiros deste ano. Conforme explica o Governo do Rio Grande do Sul, a leptospirose é considerada uma doência endêmica, ou seja, tem circulação sistemática no ambiente. Assim, as chuvas e alagamentos aumentaram a chance de infecção.

Lama e destroços: água abaixa em algumas regiões do Rio Grande do Sul e revela imagens da destruição após enchentes

À medida que o nível de água vai descendo em algumas cidades do RS, os gaúchos retornam às suas casas e se deparam com a dimensão dos estragos e perdas

Antes dos temporais, o estado já havia registrado, somente em 2024, 129 casos e seis mortes por leptospirose. Em 2023, foram 477 casos e 25 mortes.

Em Travesseiro, para atuar na contenção dos casos na cidade, que tem pouco mais de 2 mil habitantes, a prefeitura de Travesseiro pediu à Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul auxílio com medicação profilática para tratamento de leptospirose.

O pedido, feito na semana passada, ainda não foi atendido, em parte pela dificuldade de chegada na cidade — as principais vias de acesso foram tomadas pela cheia do Rio Forqueta.


Quais são os sintomas da leptospirose?

Os principais sintomas da leptospirose são: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (principalmente na panturrilha), e calafrios. A Secretaria da Saúde reforça ser imprescindível buscar ajuda médica assim que os sintomas surgirem. Eles aparecem, em geral, de cinco a 14 dias após a contaminação.

Devido às enchentes, os casos suspeitos de pessoas que tenham tido contato com alagamentos devem ser tratados com medicação imediata. A partir do sétimo dia do início dos sintomas, as unidades de saúde devem coletar amostras para serem examinadas no Lacen. A automedicação não é recomendada.


Extraído de - https://oglobo.globo.com/brasil/sos-rio-grande-do-sul/noticia/2024/05/21/enchentes-no-rs-estado-ja-confirmou-19-casos-de-leptospirose-apos-chuvas.ghtml

Confie no nosso time de biólogas. Controle de pragas é conosco mesmo!


 

Febre oropouche tem explosão de casos no Brasil

Febre Oropouche no Brasil


 

Formigas doceiras incomodam. Vamos acha-las.

 


 


FEBRE OROPOUCHE ESPALHA-SE PELO BRASIL - ENTENDA A DOENÇA

 Febre oropouche se espalha pelo país; entenda o que é a doença

De VivaBem, em São Paulo*

Dados divulgados nesta terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde mostram que os casos de febre oropouche estão se espalhando pelo Brasil. O país contabiliza, neste momento, 5.102 casos da doença, sendo 2.947 no Amazonas e 1.528 em Rondônia.

Os demais casos foram registrados ou estão em investigação na Bahia, Acre, Espírito Santo, Pará, Rio de Janeiro, Piauí, Roraima, Santa Catarina, Amapá, Maranhão e Paraná. Os dados foram atualizados até o dia 15 de março.


"Há algumas semanas está acontecendo um espalhamento para outras regiões do Brasil. A gente não está só naquela concentração na região Norte, que foi o primeiro momento. A gente acreditou que ia ficar concentrado, mas vimos que houve um espalhamento", alerta Ethel Maciel, secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da SaúdE.


"Introduzimos a vigilância dessa nova doença, fizemos a construção das orientações para observação clínica. A gente não tinha nenhum manual ou protocolo para febre Oropouche. Distribuímos os testes para toda a rede Lacen [laboratórios centrais] e, por isso, estamos conseguindo captar, fazer o diagnóstico correto para essa doença. Estamos monitorando de perto e entendendo melhor essa nova arbovirose", esclarece.

A maioria dos casos de febre oropouche no país foi diagnosticada em pessoas com idade entre 20 e 29 anos. As demais faixas etárias mais afetadas pela doença são 30 a 39 anos, 40 a 49 anos e 10 a 19 anos.

O que é a doença?

Sintomas 

A febre oropouche causa sintomas muito parecidos com os da dengue e os da chikungunya e é uma arbovirose, ou seja, é transmitida pela picada de um mosquito, o Culicoides paraense, também conhecido como maruim.

Transmissão

Os mosquitos do gênero Culex também podem ser vetores.

No ciclo selvagem, os hospedeiros são animais primatas e o bicho-preguiça, enquanto no ciclo urbano o ser humano continua sendo o principal hospedeiro.

"A transmissão do vírus ocorre pela picada do mosquito infectado, ou seja, ela ocorre onde há a presença do mosquito maruim. Não há registro de casos de transmissão de pessoa para pessoa diretamente e os sintomas são muito semelhantes aos da dengue, como dor de cabeça, dor muscular, dor nas articulações, tontura, náusea e diarreia", diz Tatyana Amorim, diretora-presidente da FVS (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas).

O período de incubação do vírus é de quatro a oito dias, quando surgem os primeiros sinais. A manifestação dos sintomas costuma durar de cinco a sete dias, mas, segundo o alerta emitido, a recuperação total do paciente pode levar semanas.

Tratamento 

O tratamento é realizado com medicamentos para tratar os sintomas e hidratação. Até o momento, não existe vacina ou um antiviral disponível para a febre oropouche.

Prevenção 

As medidas de prevenção são as mesmas de outras doenças causadas por picadas de mosquitos:

Uso de repelentes, principalmente no início e no fim do dia;

Usar preferencialmente blusa de manga longa e calça comprida ao adentrar áreas de mata e beira de rios;

Usar telas e mosquiteiros em áreas rurais e silvestres.

Além disso, é recomendado procurar ajuda médica sempre que apresentar algum sinal de gravidade, em alguns pacientes, não todos, o caso pode evoluir com quadro de meningite ou de encefalite… - 

Então, quando o paciente tem sintomas tão intensos que não é possível controlar com medicação sintomática em casa, é preciso procurar um médico… -

A eliminação dos criadouros do mosquito envolve evitar acúmulo de lixo, limpar terrenos, caixas d'água, cisternas, realizar vistorias para evitar água parada que propicie que os mosquitos depositem os ovos, entre outras.

*Com informações da Agência Brasil e de reportagem publicada em janeiro de 2024.

EXTRAÍDO: DE https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/05/16/febre-oropouche-se-espalha-pelo-pais-entenda-o-que-e-a-doenca.htm

Elimine as formigas doceiras de sua casa ou empresa


 

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