O mistério da origem e disseminação da barata (a francesinha como é chamada a Blattella germanica)
Uma barata bastante comum encontrada em todo o mundo é uma praga e os humanos são os responsáveis por esse título. Essa é a conclusão de cientistas da Universidade Texas A&M dos Estados Unidos.
Um estudo publicado recentemente na revista Proceedings of the National Academy of Sciences, pesquisadores da Texas A&M AgriLife revelaram conclusões espantosas e curiosas sobre as origens da barata alemã comum, Blattella germanica.
O Dr. Edward Vargo é professor do Departamento de Entomologia da Texas A&M Faculdade of Agricultura e Ciências Biológicas e sua pesquisa tem como título "Resolvendo o mistério de 250 anos da origem e disseminação global da barata alemã, Blatella germanica",
Durante séculos, a barata alemã prosperou em estreita proximidade com as populações humanas, infestando casas, edifícios de apartamentos, escritórios e outras estruturas.
"Ao contrário de muitas outras espécies de pragas, que têm populações naturais em diversos habitats, as baratas alemãs não têm populações naturais conhecidas", disse Vargo. "Elas dependem exclusivamente da atividade humana e das estruturas criadas pelo homem."
Uma evolução que atravessa continentes
Durante anos, muitos cientistas se perguntaram onde essas pragas domésticas se originaram e como elas chegaram a correr pelo chão de nossas cozinhas.
A pesquisa abordou essas questões persistentes mergulhando profundamente no DNA de baratas de seis continentes. A análise descobriu a evolução desta espécie de inseto e lançou luz sobre a estreita associação da barata alemã ou francesinha, com habitats humanos.
Embora seu nome possa indicar origens na Alemanha, esse nome veio de um taxonomista apresentado com um espécime da Alemanha, mas isso não é considerado a origem do inseto.
Muitas pessoas especularam ao longo dos anos que as origens da espécie vieram da África ou da Ásia", disse Vargo. "Foi intrigante descobrir que aqueles que disseram que a origem era da Ásia estavam certos o tempo todo."
O estudo fornece uma análise genética detalhada que mostra baratas alemãs originarias da barata asiática há aproximadamente 2.100 anos. Paralelamente a este desenvolvimento, as baratas começaram a adaptar-se a ambientes construídos pelo homem, eventualmente levando a uma dependência de viver dentro de estruturas artificiais.
Essas baratas são conhecidas por seu pequeno tamanho, resiliência e capacidade de prosperar dentro de casa. Além de sua dependência de estruturas construídas pelo homem, elas também contaram com o transporte humano para a sua dispersão. À medida que as civilizações e as viagens pelo mundo avançavam, a barata alemã viajava como passageira clandestina.
Vivendo entre eles
Entender as origens e a evolução da barata alemã espalhada pelo mundo é uma descoberta crucial para entender os desafios que essas pragas apresentam. Novas infestações ainda ocorrem por meio do transporte de itens infestados com esses insetos, tais como, móveis, eletrodomésticos, caixas de mudança e bolsas de viagem.
A adaptabilidade e resiliência desta espécie também levou a uma resistência a muitos inseticidas diferentes. Vargo disse que essa realidade aumenta nossa compreensão do que podemos esperar dessa espécie no futuro e nos leva a considerar maneiras novas e inovadoras de mitigar sua presença em nossas vidas diárias.
Fonte: Texas A&M - traduzido de Pest Control Technology , por Schuller L.
Dados da publicação : May 20, 2024 121 (22) e2401185121 https://doi.org/10.1073/pnas.2401185121
O ‘chumbinho’ é eficiente para o controle de roedores?
O ‘chumbinho’ é eficiente para o controle de roedores?

O Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ) alerta sobre os riscos e a ineficácia do veneno agrícola conhecido popularmente como ‘chumbinho’. Apesar de sua alta toxicidade aguda, que leva à morte rápida dos roedores após a ingestão, essa aparente eficiência pode induzir os consumidores a uma falsa sensação de controle sobre a infestação.
As colônias de ratos possuem uma estrutura social complexa. Normalmente, os roedores mais velhos ou doentes são os primeiros a testar qualquer novo “alimento” encontrado. Ao consumirem o chumbinho e morrerem rapidamente, os outros ratos percebem o perigo iminente e evitam o local. Isso resulta em uma simples redistribuição dos roedores, deslocando o problema para áreas vizinhas e perpetuando a infestação na região.
Por outro lado, os raticidas legais registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), conhecidos como cumarínicos, apresentam um mecanismo de ação diferente. Esses venenos atuam como anticoagulantes, causando a morte dos roedores de forma mais lenta e gradual. Esse processo não desperta a desconfiança dos outros membros da colônia, permitindo que todos os ratos consumam o veneno ao longo do tempo.
Embora o uso dos raticidas cumarínicos exija mais paciência e disciplina do usuário, a eficácia é significativamente maior. O controle eficiente da população de roedores é alcançado de maneira mais completa, proporcionando uma solução duradoura e sustentável para a infestação. A utilização responsável e consciente desses produtos, respeitando as orientações dos fabricantes e autoridades sanitárias, é fundamental para garantir a segurança humana e ambiental, além de promover um controle eficaz dos roedores.
O CRMV-RJ reforça que o uso do ‘chumbinho’ é ilegal e perigoso, não apenas para os animais, mas também para a saúde humana e o meio ambiente. Recomendamos fortemente que os consumidores optem por métodos de controle de roedores que sejam regulamentados e seguros. Para orientações adicionais, consulte um profissional habilitado ou entre em contato com as autoridades competentes.
Fonte:Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do Rio de Janeiro.
Sintomas da diversas doenças transmitidas pelos mosquitos
Essas doenças têm se tornado uma preocupação cada vez maior em todo o mundo, especialmente devido às mudanças climáticas, que favorecem a disseminação dos mosquitos (©SP Notícias)
Infecções são transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e se manifestam de forma muito semelhante; aprenda a identificar cada um
a delas
Transmitidas principalmente por mosquitos, as arboviroses são doenças virais que colocam em risco quase 4 bilhões de pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No Brasil, existe ampla circulação no meio urbano de dengue, chikungunya e Zika, enfermidades que podem ser contraídas por meio da picada do Aedes aegypti infectado. Só entre janeiro e maio de 2024, o país confirmou 3,3 milhões de casos de dengue, um dos maiores surtos da história, além de 111 mil casos de chikungunya e 372 de Zika.
Essas doenças têm se tornado uma preocupação cada vez maior em todo o mundo, especialmente devido às mudanças climáticas, que favorecem a disseminação dos mosquitos. Em 2022, a OMS lançou a Iniciativa Global contra os Arbovírus, unindo esforços para o monitoramento de risco, prevenção de epidemias, controle dos vetores, preparação de respostas rápidas e incentivo à pesquisa e inovação.
Apesar de serem assintomáticas na maioria das vezes, dengue, chikungunya e Zika podem apresentar sintomas muito parecidos. Com isso, diferenciar as infecções pode ser um grande desafio. Os próprios testes hoje disponíveis acabam, muitas vezes, gerando reação cruzada e dificultando o diagnóstico preciso.
As principais particularidades observadas em cada doença é que, no caso da dengue, a febre alta (40°C) de início súbito está sempre presente; na chikungunya, as dores articulares são muito mais fortes; e na infecção por Zika, a febre é baixa e há muitas manchas vermelhas no corpo acompanhadas de coceira intensa.
Os sinais de alerta da dengue são dor abdominal intensa, vômitos persistentes ou com sangue, respiração ofegante, sangramento de mucosas, fadiga e desidratação. Se não tratados, podem levar a um quadro grave com hemorragias ou choque (colapso circulatório e falência múltipla dos órgãos).
Já a chikungunya é uma doença menos grave, mas que pode deixar dores articulares crônicas como sequela. Por outro lado, a maior preocupação do Zika é a microcefalia que acontece em bebês de mães infectadas durante a gestação.
Como não existe remédio específico para combater nenhum desses vírus, o tratamento para as três doenças é baseado em repouso, hidratação e medicamentos para amenizar os sintomas. Vale lembrar que se deve evitar anti-inflamatórios não esteroides, que podem favorecer sangramentos.
Conheça os sintomas de cada doença no quadro abaixo:
O sapo que grita
Se tem um lugar em que a frase “tamanho não é documento”, é a natureza. Em mais um episódio para não julgarmos o livro pela capa, pesquisadores brasileiros encontraram um anfíbio bem pequeno, mas que possui um potente grito ultrassônico.
A descoberta, publicada em um estudo na revista Acta Ethologica e realizada por pesquisadores da Unicamp, mostrou uma habilidade até então inédita aqui na América do Sul da rã-do-folhiço (Haddadus binotatus) para espantar predadores. Elas gritam na frequência do ultrassom, que, apesar de ser inaudível para humanos, é perceptível para outros animais da floresta.
O pequeno anfíbio é uma espécie endêmica da Mata Atlântica e bastante presente por lá. Mede pouco mais de 6,4 cm de comprimento e, para se proteger, compensam esse tamanho diminuto com um grito potente.
Humanos conseguem ouvir sons que ficam numa frequência entre 20 Hertz e 20 mil Hertz. Qualquer som abaixo ou acima desse intervalo passa imperceptível para nós.
Quando essas ondas sonoras estão abaixo de 20 Hz, esse som é chamado de infrassom. Alguns animais como os elefantes se comunicam nessa frequência.
Já quando passam os 20 mil Hertz, essas ondas são chamadas de ultrassom, faixa que animais como os morcegos e a pequena rã-do-folhiço usam para se comunicar.
Ao se sentir ameaçada ou perceber algum movimento de predador por perto, a rã-do-folhiço se posiciona de forma imponente e começa a cantar – numa frequência bem alta, de 20 mil a 44 mil Hertz. A essa cantoria ultrassônica utilizada pelo pequeno anfíbio para afastar predadores, os pesquisadores deram o nome de canto de agonia.
“Alguns potenciais predadores dos anfíbios, como morcegos, roedores e pequenos primatas, conseguem emitir e ouvir sons nessa frequência, inaudível para humanos. Uma de nossas hipóteses é que o canto de agonia seja direcionado para algum deles, mas é possível que a ampla frequência seja generalista, para espantar o maior número possível de predadores”, conta em entrevista à Agência Fapesp Ubiratã Ferreira Souza, pesquisador no Instituto de Biologia da Unicamp e autor do trabalho.
O comportamento, entretanto, não é algo raro no mundo. Pesquisas em outras partes do mundo já mostraram pequenas rãs na China que também se comunicam através de sons ultrassônicos.
De acordo com Mariana Retuci Pontes, coautora do estudo e também pesquisadora no Instituto de Biologia da Unicamp, é provável que mesmo aqui no Brasil, outras espécies também sejam capazes de se comunicar nessa frequência sonora.
“Uma vez que o Brasil tem a maior diversidade de anfíbios do mundo, com mais de mil espécies descritas, não seria de admirar que outras rãs também emitam sons nessa frequência.”
Mas, de acordo com os pesquisadores, não está totalmente claro ainda se o comportamento de grito ultrassônico da rã-do-folhiço serve somente para espantar predadores.
Outra hipótese levantada é que eles podem na verdade servir para uma emboscada, atrair um predador para o local onde estão para, no fim, ser atacado por outro animal. No meio da confusão, as rãs ficariam livres para escapar. Um plano infalível, de fazer inveja no Cebolinha.
extraído de: https://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/este-sapinho-tem-um-grito-ultrass%C3%B4nico-para-afastar-predadores/ar-BB1n5T7h#
Insider lança camiseta repelente para combater doenças transmitidas por mosquitos
Ao atingir mais de 3 milhões de casos prováveis de dengue, de acordo com o Painel de Arboviroses do Ministério da Saúde, o Brasil nunca esteve tão suscetível ao mosquito transmissor, o Aedes Aegypti. Para contribuir no combate à doença, a Insider, empresa brasileira referência em moda funcional, lançou a Tech T-Shirt Mosquito Repeller, camiseta repelente com tecnologia inovadora projetada para afastar esses insetos.
A tecnologia têxtil, desenvolvida a pedido da Insider, consiste no tratamento do tecido de permetrina, uma versão sintética de um composto natural encontrado nas flores de crisântemo. Essa aplicação, não tóxica para humanos, oferece propriedades repelentes e inseticidas, agindo no sistema nervoso dos mosquitos.
Os benefícios da camiseta repelente são perceptíveis a uma distância de até 20 centímetros do tecido, reduzindo em até 90% os pousos de insetos na roupa e em sua área circundante. O ativo age repelindo a aproximação do mosquito, causando irritabilidade aos insetos “mais teimosos” e que insistem em pousar nas peças tratadas, e provocando efeito paralisante caso haja persistência de contato.
O uso de roupas tratadas com permetrina faz parte das medidas de controle de vetores do departamento de defesa dos Estados Unidos, inclusive para fins militares, de acordo com Yuri Gricheno, CEO da Insider.
“Apresentamos essa tecnologia ao mercado brasileiro como uma aliada na luta contra a dengue. Depois de muitos estudos, conseguimos chegar a esse produto, que alcançou o equilíbrio entre conforto e proteção em um tecido inteligente”, explica.
A Insider foi fundada em 2017 por Yuri Gricheno e Carol Matsuse, com o propósito de trazer uma mudança significativa na indústria da moda, centrada em três pilares: tecnologia, design e sustentabilidade. Seus produtos são desenvolvidos com estética atemporal e maior durabilidade, gerando menos consumo e utilizando menos recursos naturais. Prestes a completar sete anos de fundação, a Insider é considerada a maior marca de roupas essenciais do e-commerce brasileiro, com mais de meio milhão de clientes em mais de 40 países. Ela já se destacou anteriormente no fornecimento de soluções têxteis para a saúde pública durante a pandemia de Covid-19, com a produção de máscaras antivirais.
“Quando lançamos o produto, nosso estoque para um mês esgotou em apenas três horas. Sem dúvida, foi um momento importante para a nossa história e queremos continuar atentos às demandas da sociedade, com peças cada vez mais funcionais para o dia a dia”, relata Carol Matsuse, COO da Insider.
Outras propriedades
Ao repelir o mosquito Aedes Aegypti, a Tech T-Shirt Mosquito Repeller também ajuda no combate a outras doenças transmitidas por esse vetor, como Zika, Chikungunya e Febre Amarela Urbana. Além disso, a peça é eficaz contra o mosquito Anopheles, transmissor da Malária; o mosquito Palha, causador da Leishmaniose; e carrapatos Estrela, vetores da Febre Maculosa e da Doença de Lime.
Indicada para uso casual em áreas urbanas com alta incidência de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti, a camiseta repelente também pode ser utilizada para atividades ao ar livre, como viagens, jardinagem e acampamento. Fabricada em tecido modal, com fibras naturais e certificadas, ela oferece maciez superior à do algodão e possui proteção UV40 contra os raios solares UVA e UVB.
Cuidados
A vantagem de usar a camiseta com acabamento repelente é que não é necessária a aplicação e reaplicação de sprays ou outros tipos de loções, porque o efeito repelente das peças Insider resiste a até 50 lavagens domésticas. No entanto, é importante ressaltar que as áreas corporais não protegidas ainda requerem o uso de repelentes convencionais.
Extraído de: Adnews20/05/2024
A Best Seller Tech T-shirt com acabamento repelente de insetos. Evita o contato com mosquitos como Aedes Aegypti, que pica através dos tecidos normais e é transmissor da dengue. Dispensa aplicação de repelentes diretamente nas roupas, e dura até 50 lavagens domésticas. É a evolução da camiseta com os benefícios únicos da tecnologia Insider:
- Ação repelente de insetos
- Não precisa ser passada
- Proteção UV 40
- Fibras 2x mais macias que o algodão
- Regula a temperatura
- Anti odor - desfavorável à proliferação de bactérias do mau cheiro
O produto não é indicado para crianças menores de 12 (doze) anos.
É recomendado que gestantes e lactantes consultem o seu médico antes do uso das peças.
Para maior proteção, recomendamos a aplicação de repelentes nas partes do corpo não protegidas pela camiseta.
Não há registros de reações adversas em contato direto com pets.
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Vale do Taquari foi uma das regiões mais afetadas pelas chuvas no RS
O governo do Rio Grande do Sul confirmou, nesta segunda-feira, a primeira morte por leptospirose após o início das chuvas que atingem o estado desde o fim de abril. Eldo Gross, de 67 anos, era da cidade de Travesseiro, no Vale do Taquari. Segundo a Secretaria da Saúde, o estado já registrou 19 casos confirmados de leptospirose nas últimas semanas.
A causa da morte do idoso foi confirmada por avaliação do Laboratório Central do Estado (Lacen). Somente na cidade de Travesseiro, são três casos de leptospirose já constatados — um pai e duas filhas, moradores da Linha Cairu. O estado de saúde dos três é estável. O homem está internado no Hospital Marques de Souza e as filhas são acompanhadas pela atenção primária.
Os 19 casos confirmados e a morte de Eldo Gross, no entanto, não são os primeiros deste ano. Conforme explica o Governo do Rio Grande do Sul, a leptospirose é considerada uma doência endêmica, ou seja, tem circulação sistemática no ambiente. Assim, as chuvas e alagamentos aumentaram a chance de infecção.
Lama e destroços: água abaixa em algumas regiões do Rio Grande do Sul e revela imagens da destruição após enchentes
À medida que o nível de água vai descendo em algumas cidades do RS, os gaúchos retornam às suas casas e se deparam com a dimensão dos estragos e perdas
Antes dos temporais, o estado já havia registrado, somente em 2024, 129 casos e seis mortes por leptospirose. Em 2023, foram 477 casos e 25 mortes.
Em Travesseiro, para atuar na contenção dos casos na cidade, que tem pouco mais de 2 mil habitantes, a prefeitura de Travesseiro pediu à Secretaria de Saúde do Rio Grande do Sul auxílio com medicação profilática para tratamento de leptospirose.
O pedido, feito na semana passada, ainda não foi atendido, em parte pela dificuldade de chegada na cidade — as principais vias de acesso foram tomadas pela cheia do Rio Forqueta.
Quais são os sintomas da leptospirose?
Os principais sintomas da leptospirose são: febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (principalmente na panturrilha), e calafrios. A Secretaria da Saúde reforça ser imprescindível buscar ajuda médica assim que os sintomas surgirem. Eles aparecem, em geral, de cinco a 14 dias após a contaminação.
Devido às enchentes, os casos suspeitos de pessoas que tenham tido contato com alagamentos devem ser tratados com medicação imediata. A partir do sétimo dia do início dos sintomas, as unidades de saúde devem coletar amostras para serem examinadas no Lacen. A automedicação não é recomendada.
Extraído de - https://oglobo.globo.com/brasil/sos-rio-grande-do-sul/noticia/2024/05/21/enchentes-no-rs-estado-ja-confirmou-19-casos-de-leptospirose-apos-chuvas.ghtml
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